Escola nega preconceito, repudia acusações e garante estar aberta para alunos especiais

Mãe denunciou que escola se recusou a aceitar criança com down em tempo integral

| TOP MíDIA NEWS/NATHALIA PELZL


Felipe tem 2 anos e teria sido recusado na escola - Crédito: Arquivo pessoal
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A escola do bairro Parati, em Campo Grande, acusada pela mãe e professora Tayana Paniago, de preconceito, emitiu nota esclarecendo os fatos.

Tayana acusa a instituição de não aceitar o filho Felipe, de 2 anos, que nasceu com síndrome de Down, em período integral. 

“Manifestamos nosso repúdio às declarações inverídicas feitas pela denunciante. Jamais houve a alegada recusa do Colégio João Batista, ainda mais pelo reprovável motivo informado levianamente pela genitora”. 

Ainda segundo a instituição, no dia 3 de março, Tayana de fato procurou a escola, mas saiu satisfeita com atendimento. 

“Atendemos essa pessoa, apresentando toda nossa proposta. Ficamos com o telefone dela para contatá-la no dia seguinte, pois ela informaria quais seriam os dias de terapia da criança, que é especial”. 

“Condição diferenciada do aluno exige, como é natural, um acompanhamento específico para seu desenvolvimento; estando matriculada na escola, temos o dever de assegurar um professor para o atendimento educacional especializado a esse aluno durante os dias e períodos em que ele estiver no colégio, disponibilizando esse profissional exclusivo apenas no tempo que fosse necessário', pontuou a nota. 

O colégio destaca ainda que não concorda e aceita qualquer tipo de preconceito ou discriminação. 

“Repudiamos o conteúdo e ameaças que vêm sendo expressos pela referida pessoa, pois tal conduta é ilegítima e não vem de encontro com os valores da empresa. Informamos ainda que somos uma escola inclusiva, que sempre tivemos e ainda temos diversos alunos especiais, inclusive que demandam maior atenção e cautela do que a necessidade do filho da denunciante”. 

A unidade garante que todos os alunos são bem atendidos, tratados com carinho, respeito, igualdade de condições e sem qualquer tipo de discriminação. 

“Tal fato nos surpreendeu, pois o atendimento ocorreu como qualquer outro, de forma tranquila e amigável, até por isso ficou combinado de novo contato entre a escola e a mãe no outro dia. Nosso corpo jurídico está avaliando as medidas legais de responsabilização pela falsa acusação”. 

A escola finaliza que todos que desejarem, sejam crianças com necessidades especiais ou não, serão bem-vindos. 



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