Morte de criança afogada abalou socorristas em Campo Grande

Profissionais saíram abalados por não conseguirem reanimar menino de 2 anos e 11 meses

| TOP MíDIA NEWS/DAYANE MEDINA E ITAMAR BUZZATTA


Crédito: Itamar Buzzatta
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A morte de um menino de 2 anos e 11 meses na manhã desta segunda-feira (5), que se afogou na piscina da própria residência não abalou apenas os familiares, mas também os socorristas que atenderam o caso. A perda da batalha pela vida da criança foi sentida pelos médicos que saíram em prantos pela morte da criança.

O trabalho da equipe do Samu e Corpo de Bombeiros é salvar vidas, mas nem sempre essa batalha é vencida, como o caso do menino morto por afogamento nesta manhã. 

Assim que a mãe deu falta da criança procurou pela casa, mas quando encontrou o corpo já estava na piscina. Ao todo foram duas viaturas do Corpo de Bombeiros, duas do Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência), uma da Quali Salva, e dois socorristas de motocicleta. 

Os profissionais tentaram reanimar a criança, ventilação por oxigênio, mas nada pode trazer o menino de volta. A luta perdida pode ser sentida por quem presenciou os médicos saírem da residência chorando e se abraçando. Mesmo trabalhando com vítimas de várias ocorrências no dia a dia, casos como o da criança acaba sensibilizando quem se esforça para manter o outro vivo. 



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