Tereza Cristina diz que Brasil deve erradicar desmatamento antes de 2030

Tereza Cristina, avaliou que a adesão do Brasil ao acordo de redução da emissão de metano em 30% até 2030 trará "oportunidades"

| CORREIO DO ESTADO / ESTADãO CONTEúDO, THAIS LIBNI


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A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, destacou nesta segunda, 22, que a Agropecuária é um setor muito importante na agenda climática mundial. 

'Nosso compromisso é erradicar desmatamento até 2030, e o Brasil vai fazer isso. Em breve, o ministro Joaquim Leite falará mais sobre conseguirmos isso em 2028', afirmou, durante entrevista coletiva para fazer um balanço da participação do Brasil na COP-26, ao lado dos ministros do Meio Ambiente e também do das Relações Exteriores, Carlos França. Ela ressaltou o resultado do Programa ABC, que o Brasil desenvolve há 10 anos, e o ABC+, voltado à baixa emissão de carbono e que, segundo Tereza, foi a grande estratégia para o cumprimento da meta brasileira. 

A ministra salientou que o seu ministério terá de acelerar programas pró-preservação e valorizar cada vez mais os serviços de preservação da floresta.

 'O Brasil levou temas para a COP que o País já trabalha há muito tempo', enfatizou.

METANO

Tereza Cristina, avaliou que a adesão do Brasil ao acordo de redução da emissão de metano em 30% até 2030 trará 'oportunidades à agropecuária e outros segmentos'. 

Ela fez esta consideração durante entrevista coletiva para fazer um balanço da participação do Brasil na COP-26. No Palácio do Itamaraty. No dia do anúncio de que o País seria signatário, uma fonte explicou ao Broadcast que a adesão não significaria qualquer empenho extra do Brasil, além daquele que já promove nessa área.

A ministra enfatizou que a meta de redução de 30% do acordo de metano não é para o Brasil, mas deve ser atingido pelo grupo todo, formado por 104 países signatários.

Na mesma coletiva, o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, declarou que a participação do Brasil nesse acordo foi estratégico. 'Aderimos ao acordo para expor ao mundo programas nacionais que já existem', explicou.

CRÉDITO DE CARBONO

O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, previu que o Brasil poderá ser capaz de exportar US$ 10 bilhões em crédito de carbono depois que o assunto foi debatido durante a Convenção do Clima de Glasgow (COP-26). 

O mercado total, conforme ele, deve ser de US$ 50 bilhões, mas o ministro não identificou sobre qual período falava durante entrevista coletiva para fazer um balanço da participação do Brasil na COP-26.

Mais uma vez, Leite disse que o Brasil saiu vitorioso na COP-26, e que o País é parte da solução para o desafio global de aquecimento.

'A COP-26 não foi ideal em todos os temas, mas o Brasil será protagonista do mercado de carbono', previu. 'O Brasil será o maior exportador de crédito de carbono para países e empresas', continuou.

Ainda de acordo com Leite, 'Apresentamos hoje uma nova meta climática, mais ambiciosa, passando de 43% para 50% até 2030; e de neutralidade de carbono até 2050', disse.

Recuperação ambiental

Em Glasgow, no painel 'Políticas Públicas para Preservação e Recuperação Florestal', o diretor de Regularização Ambiental do Serviço Florestal Brasileiro, João Adrien, afirmou que a previsão de recuperação em propriedades rurais por meio do Programa de Regularização Ambiental é de 34,4 milhões de hectares de reserva legal nos próximos 20 anos.

 



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