Brasil/Mundo
Presa desde 11 de setembro, ex-presidente da Santa Casa tem pedidos de liberdade negados
| DOURADOSNEWS / DA REDAçãO
A ex-presidente da Santa Casa de Campo Grande, Alir Terra Lima, presa desde o dia 11 de setembro por suspeita de envolvimento em esquema de corrupção na unidade, teve dois pedidos de liberdade para obter regime domiciliar negados pela Justiça.
A defesa pediu ao Núcleo de Garantias, a revogação da prisão preventiva, porém, a juíza May Melke Penteado Siravegna observou que a idade dela, 71 anos, não constitui tese legal para alterar o regime de prisão, além de não ter sido comprovado qualquer problema grave de saúde, informou o Midiamax.
Porém, a magistrada determinou que Alir tenha direito a tratamento e à medicação no Presídio Militar Estadual, onde permanece.
Um habeas corpus foi rejeitado pelo desembargador José Ale Ahmad Netto, da 2ª Câmara Criminal do TJMS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).
O relator negou liminar para rever a prisão da ex-presidente da Santa Casa, e a análise do caso ficará para os demais magistrados da turma. Quem também permanecerá preso é o diretor financeiro do hospital, Rinaldo Hakme Romano, após decisão desta quarta-feira do mesmo Núcleo de Garantias.
Os dois foram alvos da Operação Antidotum, deflagrada em 11 de setembro pelo MPMS (Ministério Público do Estado de Mato Grosso do Sul) através do Gecoc (Grupo Especial de Combate à Corrupção) e do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado).
A ação mira suposto esquema de fraude em contrato da Santa Casa de Misericórdia de Campo Grande.
Na ocasião, foram cumpridos seis mandados de prisão preventiva e 36 mandados de busca e apreensão, em Campo Grande, Dourados e Goiânia (GO).
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