Auxiliar revela pedido aos jogadores do Palmeiras e diz: "Maldição dos pênaltis acabou"

Alviverde chegou a abrir 2 a 1, levou a virada por 3 a 2 depois dos 44 minutos do segundo tempo, e garantiu a classificação em cobrança de pênaltis

| GLOBOESPORTE.COM / THIAGO FERRI


Castanheira em entrevista coletiva do Palmeiras — Foto: Reprodução
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O Palmeiras escreveu um roteiro dramático para se classificar à semifinal da Libertadores de 2026, porque vencia a LDU por 2 a 1, sofreu a virada por 3 a 2 nos minutos finais e precisou garantir a vaga nos pênaltis, com duas cobranças defendidas pelo goleiro Carlos Miguel e sem Abel Ferreira na área técnica, porque havia sido expulso.

– As circunstâncias do jogo levaram a gente a dizer: não precisávamos sofrer tanto – admitiu o auxiliar Vitor Castanheira, que participou da entrevista na ausência do treinador.

– Essa é a realidade porque tínhamos o jogo controlado, mas o futebol as vezes em dois minutos as coisas mudam. E mudaram.

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A equipe, que havia vencido a ida por 1 a 0, abriu o placar em Quito com Marlon Freitas, levou o empate e ampliou com Vitor Roque aos 27 minutos do segundo tempo. Segurava a vantagem até o fim, só que aos 44 levou o empate e três minutos depois a virada: 3 a 2. O placar agregado forçou a decisão ir aos pênaltis.

Nas cobranças, Vitor Roque, Mauricio, Piquerez e Felipe Anderson converteram, somente Evangelista, o terceiro cobrador, teve o pênalti defendido, enquanto Carlos Miguel fez duas defesas, sagrando-se herói da classificação.

– Felizmente, hoje a maldição dos pênaltis acabou – disse Castanheira, aos risos, em referência ao retrospecto ruim da equipe nas penalidades.

– A estratégia para os pênaltis, tínhamos falado sobre isso. Não é fácil devido às circunstâncias, um jogo que está praticamente ganho, emocionalmente acaba por mexer... Mas quando reunimos os jogadores foi: "Vamos ter calma, vamos ter mais uma oportunidade para ganhar, sabemos o que temos que fazer e sejam decididos, não tenham dúvidas, quando partirem para a bola vão com confiança daquilo que tem que fazer". E felizmente fomos felizes.

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Sobre a estratégia na partida

– A estratégia acima de tudo inicialmente essa equipe entra forte em casa e não podíamos dar espaço entre linhas e nos corredores, porque força muito cruzamento, a trajetória da bola nem sempre é aquilo que estamos habituados. Sempre que recuperávamos a bola, tentávamos agredir em transições, fechar os espaços, ser compactado e quando recuperasse, puder transitar pra agredir.

Os dois gols sofridos no fim foram relaxamento do time?

– Em relação aos dois gols, relaxamento não, os adeptos estavam desacreditados, tinhamos o jogo praticamente controlado, um cruzamento acabou por sobrar a bola e eles em dois três minutos acreditam, são circunstâncias do jogo, a equipe continuou com a mesma estratégia e mesmo plano, mas as vezes estas situações acontecem,

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