Primeiro debate tem clima amistoso entre concorrentes e foco em ex-governador

| INVESTIGAMS/WENDELL REIS


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Cotações

O primeiro debate entre candidatos ao Governo de Mato Grosso do Sul foi marcado por clima tranquilo entre os concorrentes, sem enfrentamentos diretos. Ausente, Eduardo Riedel (PP) foi o maior alvo dos participantes, com diversas reclamações da gestão no Governo do Estado e protesto contra a falta ao debate.

Os candidatos não subiram o tom nos embates e os poucos momentos de alteração foram direcionados a ausentes.

O candidato Delcídio do Amaral (PRD) aumentou a voz em alguns momentos , mas com direcionamento ao ex-governador Reinaldo Azambuja (PL). Ele classificou o governo atual como um seguidor do “azambujismo'. Em outro bloco, atacou a imprensa, classificando como “chapa branca'.

Reinaldo Azambuja também foi lembrado pelo candidato Economista Renato (DC). Ele disse que o candidato do PL ao Senado tem mais de R$ 200 milhões bloqueados na justiça.

O candidato do PCO, Daniel Lemes, criticou políticas do Governo do Estado para indígenas, mas também direcionou questionamentos ao Governo Federal, avaliando como negativa a atuação do Ministério dos Povos indígenas em Mato Grosso do Sul.

Foco dos candidatos

João Henrique Catan (Novo) encerrou o debate falando com mães e donas de casa, pontuando a falta de alimentos e de ruas e rodovias esburacadas. O candidato atribuiu dificuldades a falta de uma reforma no atual governo.

Lucien Rezende convocou para uma reflexão, citando o “troca-troca de partido' na véspera da eleição. Ele que em 2027 estarão todos juntos no governo e pediu voto no PSOL para um estado melhor.

O candidato Economista Renato declarou que está indignado com a “corrupção e roubalheira' em MS . Afirmou que os cidadãos são reféns do sistema financeiro e defendeu redução dos impostos nos remédios e cesta básica.

Delcídio do Amaral encerrou o debate falando sobre investimentos para Santa Casa, atribuindo culpa dos problemas à prefeitura e governo. Disse que nos próximos debates quer falar sobre parceria público privada na Sanesul e prometeu governo solidário, fraterno e cidadão.

Jeferson Bezerra disse que não foi fácil chegar até o debate, mas disse acreditar em si. O candidato disse que o tempo de agir é agora e pediu para que o eleitor análise bem, ore e peça a Deus para ver qual o melhor candidato.

Daniel Lemes convidou trabalhadores e trabalhadoras para votarem no PCO para colocar fim a “526 anos de corrupção' .

Fábio Trad defendeu o modelo de governabilidade de Luiz Inácio Lula da Silva. Ele declarou que o Estado é rico por si só e não em virtude do governo. Disse que em um eventual governo trabalhará para desconcentração de renda não para empobrecer ricos honestos, mas para que o pobre ascenda para classe média e todos possam prosperar em harmonia .

Confira o debate:



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