Antes de aparecer com corpo queimado, Fabrícia teve briga com vizinha no Aero Rancho

Família não acredita em suicídio e suspeita de casal vizinho

| TOP MíDIA NEWS/DAYANE MEDINA E THIAGO SOUZA


Reprodução/Rede social
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Antes de ter a casa incendiada e 65% do corpo queimado, na noite do dia 20 de dezembro, no Aero Rancho, Fabrícia de Souza Santos, 29 anos, brigou com uma vizinha, segundo a família. Os familiares não acreditam em suicídio e suspeita de crime e envolvimento de vizinhos que estavam com a vítima horas antes.

Fabrícia foi socorrida pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e encaminhada a Santa Casa, mas morreu na madrugada deste sábado (28).

Ao TopMídiaNews, a irmã da vítima informou que Fabrícia estava na companhia de um casal de vizinhos bebendo em casa antes do incêndio. Ainda de acordo com a familiar, Fabrícia tinha brigado e saído no tapa com essa mesma vizinha, antes do ocorrido.

A irmã não soube informar o que motivou a briga. No entanto, ambas já estavam se falando e até bebendo juntas.

Para os familiares, o casal que estava com Fabrícia na noite do incêndio, contou na versão deles que todos estavam bebendo, quando Fabrícia pediu um esqueiro para fumar, mas se trancou no quartou e ateou fogo na residência.

'Ela estava com esse casal suspeito, o rapaz falou que eles passaram a tarde toda bebendo com minha irmã. Ele disse que ela pediu um esqueiro para fumar, mas se trancou no quarto e ateou fogo, mas o quarto nem tinha chave', conta a irmã da vítima ao TopMídiaNews.

A mãe da vítima ainda questionou o rapaz sobre não ter socorrido a jovem a tempo. 'A versão dele é que ele estava com a mão machucada. Isso pra mim foi omissão de socorro', diz a irmã.

A irmã de Fabrícia ainda detalha que os vizinhos contrataram uma caçamba para limpar a casa, prejudicando possível perícia. 'A família inteira acredita que eles tenham envolvimento no crime. Se não foram eles, porque não foram depor?', questiona a parente.

A reportagem está aberta para versão do casal. O caso foi registrado da Depac Cepol, mas, segundo a família, está sendo acompanhado pela DHPP (Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Homicídios).

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