Mercedes-Benz foi "um pouco longe demais" na gama de entrada

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Conte conosco as classes da Mercedes-Benz: A, B, CLA, CLA Shooting Brake, GLA e GLB. Esquecemos de algo? O Classe A tem hatch e sedã também.

Ao total, são sete modelos de acesso da marca de luxo alemã e ainda chegará a multivan premium Classe T, derivada do Renault Kangoo. Mas, a história não para por aí, visto que os crossovers EQA e EQB estarão no jogo logo mais.

Contudo, a Mercedes-Benz não está feliz com isso. De acordo com Ola Kallenius, o novo CEO da Daimler, a Mercedes-Benz foi “um pouco longe demais” em sua oferta de carros compactos.

Kallenius disse ao site Auto News Europe: “Talvez tenhamos ido um pouco longe demais para cobrir cada espaço em cada segmento. Particularmente compacto vem à mente '.

Diferente daqui, o termo “compacto” se aplica também ao segmento médio que conhecemos e nele, todos os carros citados acima estão incluídos. O motivo da preocupação de Kallenius não é o termo de baixas vendas, mas o contrário disto.

O CEO da Daimler explicou: “Não é para lá que o impulso principal deve ir, não devemos nos tornar um concorrente dos fabricantes de volume'. Ou seja, em outras palavras, a Merceds-Benz não deve virar uma marca “popular”.

Esse é o verdadeiro motivo por trás da preocupação de Kallenius com os compactos da MFA2. Kallenius quer buscar novos clientes para a marca, mas em sua gama tradicional, com os carros de tração traseira.

Em 2019, dos 2,39 milhões de carros vendidos pela Mercedes-Benz no mundo, 25% vieram dos modelos MFA. Apesar da intenção velada de não lançar mais carros dessa faixa, a marca alemã não irá retirar o que já existe, para a tranquilidade de quem ainda pretende ter algo do A até o GLB.

“Não vamos retirar os produtos existentes. Queremos movê-los para cima em termos de contribuição de margem ', disse Kallenius, que revelou uma mudança na estratégia: “Queremos elevar o nível para extrair o máximo do portfólio existente.'

Mesmo não lançando novos carros, isso também não significa que a atual geração não terá continuidade. A plataforma MMA sustentará os modelos compactos e médios (leia-se do nível do Classe E) e será tanto elétrica quanto híbrida ou híbrida plug-in. O que você acha? Foi uma boa a Mercedes-Benz ter tantos modelos de tração dianteira?

[Fonte: Auto News Europe]



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