Planos de assinatura tendem a crescer

A Renault foi outra marca que anunciou recentemnte seu plano de contratação mensal de veículos

| ICARROS


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A Renault é a sétima marca a oferecer uma opção de uso do veículo com todas as despesas incluídas. Este sistema traz praticidade aos seus usuários.

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A marca francesa optou por digitalização total do processo de assinatura pelo celular. Cliente com histórico positivo de crédito contrata o serviço em 10 minutos, segundo a empresa. Plano para um Kwid sai por R$ 879,00, em 24 parcelas mensais, tudo incluído.

Essa forma de comercialização não se trata de novidade. Locadoras e companhias de seguro (a exemplo da Porto Seguro) já o ofereciam.

Não foi à toa que tantas marcas decidiram apostar neste novo modelo de negócio. Ao contrário de antigas modalidades de leasing, nas quais as empresas saíam no prejuízo caso o cliente decidisse cancelar o contrato, as fabricantes podem se cercar de alguns cuidados ao oferecer o serviço de aluguel de carro por assinatura.

Fatores como a melhor previsibilidade permitem estimar os índices de inflação e desvalorização do veículo. Com isso, as empresas podem projetar as perdas e inclui-las no valor praticado com o público final. Além disso, o cliente precisa pagar uma multa caso decida quebrar o contrato firmado no ato da contratação do serviço.

Nos EUA, o leasing convencional responde por cerca de 80% das vendas. No Brasil, no começo da década passada, chegou a 4%, mas por problemas com clientes inadimplentes encolheu para 1%. Os planos de assinatura têm potencial de chegar a 4% ou mais. Em alguns países europeus, como a França, 20%. 



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