Preços de alimentos de festas juninas variam até 167% em Campo Grande

Levantamento de preços foi realizado entre os dias 20 e 24 de junho pelas equipes do Procon

| CORREIO DO ESTADO / NAIARA CAMARGO


Comidas típicas de festa junina - DIVULGAÇÃO
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Pesquisa realizada pela Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor (Procon-MS) revela que alimentos típicos de festas juninas e julinas têm variação no preço de até 167,60%, em diferentes supermercados de Campo Grande.

O levantamento de preços foi realizado entre os dias 20 e 24 de junho de 2022 em cinco supermercados varejistas e cinco atacadistas.

A hortaliça possui a maior variação de preço em varejistas da Capital. O cheiro verde com maço de salsa custa R$4,79 no Comper e R$1,79 no supermercado Camila I. A variação é de 167,60% entre os dois varejistas.

O quilo da maça possui o valor de R$11,39 na Rede Econômica – Pague Poko e R$5,49 no Pires. A diferença é de 107,47%. 

O pacote de amendoim de 500g, da marca “Donana', custa R$19,98 no supermercado Pires e R$9,98 no Nunes. A variação é de 100,20% de um mercado a outro.

A cachaça de 910ml, da marca “Velho Barreiro', custa R$10,90 no Comper e R$20,89 no Pires. A diferença é de 91,65% entre os dois estabelecimentos.

Os doces têm a maior variação de preço entre os atacadistas da Capital. O saco de maria mole de 50g, da marca “Dr. Oetker', possui o valor de R$4,39 no Morena Atacadista e R$2,25 no Atacadão e Fort. A variação é de 96,11% entre os dois atacadistas.

O quilo do coco in natura custa R$9,39 no Morena Atacadista e R$4,98 no Mister Junior. A diferença é de 88,55% entre os atacadistas. 

O molho de tomate de 300g, da marca “Predilecta', possui o valor de R$2,49 no Morena Atacadista e R$1,39 no Atacadão. A variação é de 79,14%.

A cachaça de 700ml, da marca “Salinas', custa R$55,19 no Assaí Atacadista e R$33,90 no Atacadão. A diferença é de 62,80% entre os estabelecimentos. 

Confira a lista completa de preço de preços de alimentos típicos de festa junina/julina aqui (dois PDFs disponíveis).

Denúncia

Caso o consumidor se sinta lesado, prejudicado ou enganado, pode acionar o Procon pelo número 151, formular denúncia neste site ou pelo aplicativo MS Digital.

O advogado do consumidor, Marcelo Salomão, disse ao Correio do Estado que é imprescindível que o consumidor fique atento às variações de preço.

“Pesquisar é muito importante. Você consegue fazer uma economia doméstica muito forte. Compare os preços e só assim o consumidor vai fortalecer a relação de consumo e vai trazer uma economia importante'. 

A denúncia cairá automaticamente no sistema do Procon e a partir de então o estabelecimento estará sujeito às penalidades cabíveis, caso as denúncias sejam concretas.

A ferramenta permite que os consumidores façam denúncias sem precisar sair de casa. 

A ferramenta ocupa 32MB de memória do celular e pode ser baixada em Android ou iOS.



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