Ludmilla revela que ainda sofre racismo: ‘Nós, pretos, não podemos mais deixar passar’

A cantora ainda falou sobre feminismo, em entrevista à Glamour

| MIDIAMAX


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Em entrevista à Glamour Brasil, a cantora Ludmilla falou sobre o quanto sofre com o racismo e como o machismo se junta à essa luta na vida das mulheres pretas. A funkeira, que recentemente passou a administrar a própria carreira com a “Sem Querer Produções Artísticas', também é casada com a bailarina Brunna Gonçalves.

“A mulher preta além de defender o feminismo, tem que se preocupar com a luta contra o racismo. Tudo para a mulher preta dá mais trabalho, tem que ser provado mais vezes. A mulher a preta, por muitas vezes, começa a trabalhar muito cedo e em funções bem inferiores. A mulher preta tem as lutas do feminismo mais a do racismo. Tá ligado?', questiona a cantora.

A funkeira ainda contou que mesmo sendo famosa ainda sofre com o racismo. “Claro que ainda sofro, é verdade que, talvez, se não fosse famosa, as formas fossem mais grosseiras, mas o racismo é uma coisa que está tão incrustada em nossa estrutura, que todos nós precisamos prestar bastante atenção. Nós, pretos, não podemos mais deixar passar'.

Em junho de 2020, a cantora recebeu diversos ataques racistas nas redes sociais. Os ataques voltaram a acontecer após os pronunciamentos de Lud sobre Anitta em um vídeo de 11 minutos postado sobre a Poderosa no Instagram. Ela publicou uma série de imagens em seu Instagram, que faz um desabafo e que as desavenças começaram quando Ivete Sangalo cantou a música “Onda Diferente', no festival Rock In Rio.



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