Prefeito de Rio Verde vai processar bolsonaristas que participaram de confusão com arma

O prefeito Mario Kruger vai responder por porte ilegal de arma de fogo após ter sido protagonista de briga com apoiadores do presidente Bolsonaro

| TOP MíDIA NEWS/RAYANI SANTA CRUZ


Integrante do grupo manuseia a arma de fogo do prefeito. - Crédito: Reprodução vídeo
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Mario Kruger, 72 anos, prefeito de Rio Verde do Mato Grosso, cidade localizada ao norte de Mato Grosso do Sul, vai responder na Justiça por porte ilegal de arma, após ser preso em flagrante no dia 19 de setembro. Em contrapartida, ele afirma que vai processar bolsonaristas que, segundo ele, foram os causadores da confusão gravada em vídeo.

“Vou processar por injúria, difamação e, inclusive, ameaça de morte”, diz o prefeito sobre o grupo que aparece nas imagens. 

A arma não tinha porte e ficou retida na delegacia. Mario pagou a fiança de R$ 15 mil e responderá o processo em liberdade. O prefeito nega que estava bêbado. Ele disse ao TopMídiaNews que passou em frente ao local onde estava sendo erguido um outdoor em apoio a Bolsonaro e que o grupo o atacou primeiro, chutando e quebrando seu carro. 

“Eu não tinha porte da arma e eu não estava bêbado, quem estava bêbado era eles. Se você observar no vídeo, o cara estava com uma cerveja na mão. Eu ia passando na rua em direção a uma colônia e não ia ao evento. Eu passei, normal, com o carro, e eles me atacaram. Eles que pararam meu carro, chutaram e fizeram todo aquele alvoroço”, diz.

Questionado se teria ameaçado alguém, o prefeito disse que não e citou que como “ia pro mato e estava sozinho', carregou a arma no carro. “Se você olhar o vídeo, vai ver que eles que me ameaçavam. Apontaram várias vezes a arma pra mim”. 

Em sua defesa, ele diz também que é apoiador do presidente Bolsonaro e que não é petista como anunciado anteriormente nas redes sociais. “Eu não sou contra o Bolsonaro, eu sou a favor do Bolsonaro. Eu estava errado porque estava com arma sem porte e estava indo pro mato. E fui injuriado e os elementos que estavam lá não eram boa coisa também. Eu sou do PSD. Eu fui eleito pela primeira vez pelo PT há 16 anos, depois fui pro PSC, partido que era do presidente, e agora estou no PSD”.

Entenda

Na primeira divulgação sobre o caso, bolsonaristas disseram que foram intimidados pelo prefeito que teria passado com o carro em frente a um outdoor que estava sendo erguido dando apoio ao presidente e ameaçado a todos com a arma de fogo.

Eles acionaram a Polícia e gravaram vídeo onde alguns proferem xingamentos e manuseiam a arma de fogo que estava carregada. Um deles, que carrega uma garrafa de cerveja e a arma, é acalmado por outros que tomam a arma de fogo de sua mão e retiram as munições. (Leia mais clicando aqui).



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