Douradense é vencedora do projeto “Resgate à Infância' e vai para estadual

Outros dois alunos da Rede Municipal de Ensino participarão da fase estadual, podendo chegar a etapa nacional

| DOURADOS INFORMA / DA REDAçãO


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Aluna Elisa Ester Nolasco de Souza, 8 anos, moradora em Indápolis (Imagem: Assecom)

Alunos da Reme (Rede Municipal de Ensino) participaram do projeto “Resgate à Infância', de iniciativa do MPT (Ministério Público do Trabalho). Entre os ensinamentos estão a conscientização sobre o trabalho infantil e o dever de garantir um dos direitos básicos da criança e do adolescente, que é a educação.

Cerca de 70 alunos participaram do projeto e desenvolveram trabalhos. Destes, três alunos serão premiados com um tablet e passarão para a fase estadual e, podendo chegar a fase federal.

O projeto é desenvolvido em todo o país e tem o intuito de conscientizar a população sobre os prejuízos do trabalho infantil e a garantia dos direitos das crianças e dos adolescentes de acesso à educação. Em Dourados, participaram do projeto alunos do 4º, 5º, 6º e 7º ano de duas escolas, sendo elas: Escola Municipal Laudemira Coutinho de Melo e Escola Municipal Prefeito Ruy Gomes.

Os alunos vencedores Luiz Eduardo Zimmer e Brenda Carolyni Mendes Ramão produziram desenhos voltados para o tema.

Já a aluna Elisa Ester Nolasco de Souza, 8 anos, moradora em Indápolis, compôs uma música ' Criança tem que estudar' na qual gravou vídeo em parceria com sua irmã de 10 anos.

Será realizada solenidade para a premiação municipal no dia 17 de setembro de 2021 no Auditório da Prefeitura Municipal.

Além da premiação municipal, esses alunos também concorrerão a nível estadual e federal a premiações pelo MPT, medalhas e troféus. No estado de Mato Grosso do Sul são quinze municípios participantes do projeto e um total de 9226 alunos.

De acordo com a secretária municipal de Educação, Ana Paula Benitez Fernandes, a adesão das escolas do município foi voluntária devido a pandemia do coronavírus. A premiação é uma forma de valorizar o trabalho desenvolvido.

“O trabalho infantil ainda é considerado um problema brasileiro e toda modalidade de trabalho desenvolvida por crianças e adolescentes menores de 14 anos de idade contraria direitos e reflete prejuízos físicos, sociais e educacionais', ressaltou.

As atividades mais comuns são o trabalho doméstico, agricultura, construção civil, lixões e tráfico de drogas. Crianças e adolescentes ao longo da história, foram utilizados como mão de obra, em diversas áreas da economia.



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