Policial
Perna achada em praia é de ex-banqueiro desaparecido em 1999
Restos encontrados na costa de Sonoma County, na Califórnia, nos Estados Unidos, encerram investigação de quase três décadas
| ÚLTIMO SEGUNDO / MARIANA GERAIDINE ARAúJOMARIANA GERAIDINE ARAúJOMEU NOME é MARIANA GERAIDINE ARAúJO, TENHO 19 ANOS, SOU ESTUDANTE DE JORNALISMO NA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE. ATUALMENTE ESTOU CURSANDO O 3° SEMESTRE.
Uma investigação no norte da Califórnia confirmou a identidade de uma perna encontrada em uma praia do condado de Sonoma em 2022, pertencente a um ex-banqueiro desaparecido em 1999, após análise de DNA e genealogia genética conduzidas em parceria entre autoridades locais e o DNA Doe Project, com objetivo de esclarecer um caso antigo sem identificação. A informação é do NY Post.
Ao longo da investigação, registros indicam que Walter Karl Kinney, então com 59 anos, sumiu sem deixar vestígios em 1999 na região de Santa Rosa, dando início a um caso sem respostas imediatas. Naquele mesmo ano, parte de restos humanos foi localizada nas proximidades da costa, mas sem identificação confirmada naquele momento.
Anos depois, em 2003, novas informações surgiram após familiares contribuírem com dados médicos que ajudaram a cruzar registros e comparar exames, levando à primeira identificação oficial do desaparecido e ao encerramento temporário do caso pelas autoridades locais, segundo apuração policial.
Em 2022, um novo achado em uma área costeira de Sonoma voltou a movimentar a investigação, quando frequentadores da praia encontraram restos ósseos parcialmente expostos na areia, levando equipes do condado a realizar buscas adicionais na região, embora sem novas evidências imediatas.
A reabertura definitiva ocorreu quando os especialistas passaram a colaborar com investigadores locais, utilizando técnicas de genealogia genética para reconstruir possíveis linhagens familiares e cruzar bancos de dados até chegar a uma correspondência compatível com o caso original.
A equipe responsável pela investigação destacou o caráter incomum do caso, envolvendo a mesma pessoa ser registrada como não identificada em diferentes momentos. “Não é comum vermos uma mesma pessoa ser classificada como John Doe duas vezes, mas conseguimos resolver esse mistério com o apoio da investigação genética e oferecer respostas às famílias envolvidas', afirmou Traci Onders, integrante do DNA Doe Project.
*Estagiária sob supervisão
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