CNJ mantém afastada desembargadora suspeita de ajudar filho preso em MS

Análise se refere a outro processo, de suposta venda de acórdão em processo de inventário. Tânia Garcia Borges foi afastada pelo CNJ por suspeita de usar influência para beneficiar filho acusado de tráfico de drogas.

| G1 / G1MS


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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, nesta terça-feira (20), manter afastada a desembargadora Tânia Garcia de Freitas Borges, por uma suposta venda de acórdão em um processo de inventário. A desembargadora está afastada do CNJ desde 2018, por suspeita de ter usado o cargo para beneficiar o filho que havia sido preso sob a acusação de tráfico de drogas.

Três conselheiros chegaram a pedir a volta de Tânia às funções por excesso de prazo na conclusão do processo administrativo. No entanto, o relator Henrique Ávila foi contra e pediu um przo maior de afastamento da desembargadora. Ele disse que a investigação encontrou graves indícios de crimes e que só não foi concluída porque ainda não foi possível conseguir espaço na pauta das sessões para apreciação dos conselheiros.

A nova corregedora do CNJ, Maria Tereza Assis Moura, encontrou uma solução para o caso: manter o afastamento da desembargadora, já que, conforme o relator as investigações estão praticamente finalizadas, e dar celeridade no processo para a decisão ser votada já nas próximas sessões. A sugestão foi acatada pelo presidente Luiz Fux.

Tânia continua recebendo salário, mesmo afastada das funções. A defesa da desembargadora nega as acusações e tem convicção de que ela será absolvida após o processo no conselho.



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