Fiocruz alerta para cenário 'crítico' da pandemia em MS nas próximas semanas

'A Pandemia fez brasileiro perder quase 2 anos na expectativa de vida ao nascer', aponta o estudo

| TOP MíDIA NEWS/DANY NASCIMENTO


Profissionais da saúde cuidam de pacientes com Covid-19 em hospital de campanha em ginásio de Santo André - Crédito: Amanda Perobelli/Reuters
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Um boletim foi divulgado ontem (9) pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e aponta um cenário crítico e agravamento na saturação do sistema de saúde em Mato Grosso do Sul e em outros estados do Centro Oeste e do Sul do país.

Do Centro Oeste, Mato Grosso do Sul e Goiás estão entre os estados que apresentaram aumento de mortes provocadas pelo novo coronavírus.   Segundo o Boletim, Distrito Federal, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso tiveram as maiores taxas de casos e de mortalidade pela Covid-19 de todo o Brasil.  

De acordo com o G1, a Pandemia fez brasileiro perder quase 2 anos na expectativa de vida ao nascer, aponta estudo preliminar.

'Esse padrão coloca as regiões Sul e Centro-Oeste como críticas para as próximas semanas, o que pode ser agravado pela saturação do sistema de saúde nesses estados', informa a Fiocruz.

O documento destaca a situação do Rio Grande do Sul, que, pela primeira vez desde o início da pandemia, entrou para a lista dos estados com as maiores taxas de letalidade: sua taxa de letalidade atual é de 4,1%, a segunda maior do país, atrás apenas do Rio de Janeiro (6,2%).

Quanto às taxas de ocupação do sistema de saúde, até o dia 5 de abril, 19 estados mais o DF estão com taxas de ocupação dos hospitais superiores a 90%. No que diz respeito apenas aos leitos de UTI Covid, 21 estados estão com taxas de ocupação superiores a 90%.

Entre a Semana Epidemiológica 1 (3 a 9 de janeiro de 2021) e a 12 (21 a 27 de março), houve um aumento de casos de:

30 a 39 anos: aumento de 1.218,33%; 40 a 49 anos: aumento de 1.217,95%; 50 a 59 anos: aumento de 1.144,94%.

Também houve aumento de mortes neste mesmo período entre os mais jovens:

20 a 29 anos: aumento de 872,73% 30 a 39 anos: aumento de 813,95%; 40 a 49 anos: aumento de 880,72%; 50 a 59 anos: aumento de 877,46%.  



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