Caso Henry: pai acredita que avó ajudou a acobertar as agressões

Henry foi submetido a sessões de terapia no início do ano

| TOP MíDIA NEWS/NATHALIA PELZL


Crédito: Reprodução RecordTV
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Leniel Borel, pai do menino Henry, assassinado em 8 de março, acredita que não apenas a mãe, Monique Medeiros, como também a avó materna da criança, Rosângela Medeiros, acobertaram as agressões que o filho estava sofrendo. 

Em entrevista ao jornal O Globo, o engenheiro comentou que a avó tentou desconversar sobre a situação e ainda supôs que Henry teria sido coagido a não falar do caso. O menino chegou a dizer que o tio o machucava. 

'Ele atendeu todo tristinho. Eu perguntei o que houve. Ele me disse: 'Papai, eu não quero ficar na casa nova da mamãe'. Eu perguntei o que tinha acontecido, e ele respondeu: 'O tio me machuca'. Ele estava perto da avó e da babá. Aí eu disse: 'Vocês estão vendo aí que não é coisa da minha cabeça? Vocês não falam que sou eu que estou manipulando o Henry para falar isso?'', disse. 

'Durante a ligação, Dona Rosângela disse: 'Leniel, esquece isso. O Henry é muito inteligente! Ele está fazendo isso por causa da nova casa, pois ele não quer ficar lá. Inclusive a Thayná [babá] está do meu lado e disse que ela fica com o Henry o dia inteiro e só sai quando a Monique chega. Quando a Monique chega, ela dorme com ele'', reforçou;

Henry foi submetido a sessões de terapia no início do ano e Leniel disse acreditar que a verdade poderia chegar com a profissional. Os pais da criança foram à primeira sessão e, de acordo com o engenheiro, em nenhum momento foi comentada as agressões.  .   



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