Em duas fases, mega operação entre Paraguai e Brasil destrói 3,4 toneladas de maconha

Segundo Senad, áreas de produção da droga foram destruídas na região do Distrito de Amambay, no Paraguai, próximo a fronteira com com o Brasil, em Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul.

| G1 / FLáVIO DIAS/G1MS E MARTIM ANDRADA/TV MORENA


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Em duas fases realizadas em 2021 da mega operação em parceira conjunta entre o Paraguai e Brasil contra o narcotráfico na região de fronteira, com Mato Grosso do Sul, mais de 3,4 toneladas de maconha foram destruídos, segundo dados divulgados nesta terça-feira (6) pela Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) do Paraguai.

A operação batizada como Nova Aliança, tem parceria de agentes da Senad e da Polícia Federal brasileira. No dia 8 de março, na primeira fase da ação, os agentes destruíram 1,5 mil tonelada de maconha, contra 1,1 mil toneladas das principais drogas apreendidas em todo o Mato Grossod o Sul nos últimos dois anos.

Conforme a Senad, 80% de toda maconha produzida no Paraguai é destinada para o Brasil. A mega operação contou com 4 helicópteros e 170 policiais dos dois países. Agentes especiais do órgão e também da Polícia Federal do Brasil, foram à campo em busca das produções de maconha no Departamento (Estado) de Amambay, localizado na região norte do Paraguai, principal região produtora da droga no país.

Em 2020, a Senad e o Ministério Público do Paraguai destruíram mais 8 pistas de pouso e decolagem clandestinas usadas por traficantes no departamento de Amambay. Uma deles ficava a apenas 15 km de Ponta Porã (MS).

A secretaria ainda informou que essas pistas são consideradas pontos estratégicos de traficantes que transportam maconha e cocaína da Bolívia e da Colômbia e depois enviam para o Brasil. A operação segue por tempo indeterminado.



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